
Não é a primeira vez que Claudio Hochman se mete em tamanho desafio...
Já o fez em Buenos Aires duas vezes e foi bastante bom.
“A Comédia de Enganos”, em 1988 e, em 1996, “A Tempestade”, ambas no Teatro San Martin de Buenos Aires.
Agora vai fazê-lo à frente da Shakespeare Women Company.
As histórias de Shakespeare têm elementos universais e chegam ao coração de todos os espectadores. Há algumas destas histórias cujos conflitos podem ser rapidamente entendidos e saboreados pelos mais pequenos. É uma forma de dar a conhecer um dos mais importantes dramaturgos de todos os tempos.
Como vamos contar a história?
Procurando os elementos lúdicos que existem na história.
Apoiando-nos no jogo dramático e na acção.
Utilizando a música como elemento globalizador.
Recreando um mundo enorme com quase nada.
Com duas actrizes relatando e metarfoseando-se nos diferentes personagens.
De que trata a obra?
A jovem chamava-se Princípio.
O jovem chamava-se Fim.
Princípio estava perdidamente apaixonada por Fim.
Mas Fim não queria ter nada com a insistente Princípio.
Será que Princípio chegará a Fim?
Será que Fim aceitará Princípio?
Uma comédia disparatada sobre a mais louca obra de William Shakespeare:
“Tudo está bem quando acaba bem”
Uma história de um amor impossível.
Como tantas outras...
Mas esta tem um condimento especial:
A rapariga não parará até conseguir que o “seu” amor lhe diga “meu” amor.
Uma história com três finais surpreendentes.
Um mais triste que outro.
Porque de finais felizes já estamos cansados!
Já o fez em Buenos Aires duas vezes e foi bastante bom.
“A Comédia de Enganos”, em 1988 e, em 1996, “A Tempestade”, ambas no Teatro San Martin de Buenos Aires.
Agora vai fazê-lo à frente da Shakespeare Women Company.
As histórias de Shakespeare têm elementos universais e chegam ao coração de todos os espectadores. Há algumas destas histórias cujos conflitos podem ser rapidamente entendidos e saboreados pelos mais pequenos. É uma forma de dar a conhecer um dos mais importantes dramaturgos de todos os tempos.
Como vamos contar a história?
Procurando os elementos lúdicos que existem na história.
Apoiando-nos no jogo dramático e na acção.
Utilizando a música como elemento globalizador.
Recreando um mundo enorme com quase nada.
Com duas actrizes relatando e metarfoseando-se nos diferentes personagens.
De que trata a obra?
A jovem chamava-se Princípio.
O jovem chamava-se Fim.
Princípio estava perdidamente apaixonada por Fim.
Mas Fim não queria ter nada com a insistente Princípio.
Será que Princípio chegará a Fim?
Será que Fim aceitará Princípio?
Uma comédia disparatada sobre a mais louca obra de William Shakespeare:
“Tudo está bem quando acaba bem”
Uma história de um amor impossível.
Como tantas outras...
Mas esta tem um condimento especial:
A rapariga não parará até conseguir que o “seu” amor lhe diga “meu” amor.
Uma história com três finais surpreendentes.
Um mais triste que outro.
Porque de finais felizes já estamos cansados!
O espectáculo está recomendado para crianças maiores de 4 anos.
Só se fazem 2 espectáculos por dia com uma lotação máxima de 200 pessoas.
Necessidades técnicas:
Luz
Três ambientes gerais e um pontual.
Som
Leitor de CD
Um microfone de mão ilhamlâmbrico.
Duração: 50m
M/4
Ficha artística e técnica:
Baseado em: “Tudo Está Bem Quando Acaba Bem” de William Shakespeare
Interpretação: Joana Bastos e Maria Ana Filipe
Texto e Encenação: Claudio Hochman
Movimento: Félix Lozano
Direcção de Produção: Luciana Pattin
Produção Artística: Shakespeare Women Company
Promoção e Vendas (Portugal): BemDitas – Criadores Culturais